"Em uma terra de mitos, em um tempo de magia, o destino de um grande reino está sob os ombros de um jovem rapaz.. Seu nome é Merlin..."
O assunto de hoje é sobre mais uma série que me deixou viciada (e apaixonada): As Aventuras de Merlin. Sabe quando você está de bobeira olhando os filmes na Netflix e se depara com uma série que você pensa: "ah, vou ver o primeiro episódio só pra ver como é", e no final acaba vendo todas as temporadas? Pois é, foi isso o que aconteceu. Geralmente eu fico caçando séries com temática medieval (já coloquei na minha lista Game Of Thrones - que AINDA não vi - Camelot e The Musketeers), e foi justamente por isso que comecei a assistir essa.
A série conta a história da lenda do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda de um jeito divertido e descontraído, tendo como personagem principal do enredo o jovem bruxo Merlin.
A trama acontece em Camelot, lar do Rei Uther Pendragon e seu filho e príncipe, Arthur Pendragon. Pelas leis de Camelot e a mando do rei, a magia era proibida e quem a praticasse era condenado à morte. Nesse cenário surge Merlin, recém chegado à cidade convidado pelo médico da Corte, Gaius, para trabalhar no Castelo. Lá, ele se depara com um príncipe egocêntrico, do qual tem a infelicidade de virar servo.
Arthur, o príncipe loiro e metido, mas de coração enorme e boa índole (que a gente descobre ao longo da série) também mora com sua irmã de criação, Lady Morgana, que na primeira temporada convence na bondade. No interior do castelo, aprisionado a pedido de Uther, encontra-se o dragão Kilgharrah, amigo de Merlin, que sempre lhe dá conselhos sobre magia e como deve usá-la. Em Camelot também vive Guinevere, ou Gwen, serva de Morgana e futura rainha e esposa de Arthur.